
Os maiores sustos ao volante que todos os condutores já viveram (e como evitá-los)
Tirar a carta e ganhar a liberdade de fazer a primeira viagem com amigos é um marco inesquecível. Contudo, aqui no Pisca News, sabemos bem que a falta de experiência na estrada traz momentos que fazem o coração saltar pela boca. Se és um condutor jovem, há sustos ao volante mecânicos e humanos que, mais cedo ou mais tarde, vais acabar por enfrentar no teu dia a dia.
Os imprevistos
Aquaplaning (ou hidroplanagem)
- O primeiro grande pânico surge quando o carro escorrega sem controlo na estrada. Para saberes exatamente o que fazer, lê o nosso guia sobre conduzir à chuva e evitar a aquaplanagem. Este fenómeno acontece quando a água cria uma barreira entre o pneu e o asfalto. O perigo mecânico aumenta drasticamente se os teus pneus estiverem carecas (abaixo dos 1,6 mm legais) ou com pressão incorreta, anulando a eficácia do escoamento. Faz da verificação mensal dos pneus o teu novo hábito.
Ponto de embraiagem
- Outro clássico do terror é ver o carro descair ou falhar numa subida íngreme. O pânico de fazer o ponto de embraiagem com um veículo colado à tua traseira é real. No plano mecânico, o susto duplica se a embraiagem estiver gasta e a patinar, impedindo o carro de desenvolver força. Se o motor for abaixo numa subida, mantém a calma: trava a fundo, puxa o travão de mão, engata a primeira mudança e vai largando a embraiagem suavemente enquanto aceleras. Assim que sentires o carro a querer avançar, solta o travão de mão.
Telemóvel
- A isto soma-se o perigo das distrações, onde o telemóvel é o principal vilão. Olhar para uma notificação por apenas três segundos a 90 km/h significa conduzir às cegas durante a extensão de um campo de futebol. Se desviares os olhos e o carro da frente travar, o desastre é quase certo. No lado mecânico, a tua reação tardia vai exigir uma travagem de emergência extrema, o que pode causar o sobreaquecimento dos travões (fading) ou a ovalização dos discos de travão. Não arrisques: Dá de vez em quando uma olhadela aos discos de travão e liga o modo de condução no telemóvel antes de arrancar.
Fadiga
- Por fim, após aquela noite académica ou um festival de verão, surge o inimigo silencioso: a fadiga extrema. O milésimo de segundo em que os olhos pesam pode ser fatal. Além disso, conduzir cansado reduz os teus reflexos para lidar com imprevistos mecânicos, como um pneu que rebenta Se o teu corpo der sinais de cansaço, encosta imediatamente na próxima área de serviço.
Antecipar estes imprevistos e acompanhar as nossas dicas no portal de curiosidades do pisca news é a melhor forma de garantir que as tuas viagens se traduzem apenas em boas memórias.
Equipa Pisca News
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